História, mensagem e discernimento católico das aparições de 1973.
No norte do Japão, numa pequena comunidade religiosa quase desconhecida, uma imagem de madeira da Virgem teria derramado lágrimas diante de muitas testemunhas. Às lágrimas juntaram-se três mensagens, recebidas em 1973, que insistem na oração, na reparação, no Rosário e na fidelidade à Igreja. Esta obra recupera os fatos com cuidado e os lê à luz da fé, sem o sensacionalismo de um lado nem o deboche de outro, para o católico adulto que quer compreender Akita sem ser nem assustado nem enganado.
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As lágrimas de uma imagem pedem que se chore de medo, ou que se reze, se repare e se permaneça fiel?
A devoção a Nossa Senhora de Akita raramente chega ao leitor pela porta certa. Chega por um vídeo alarmista, por uma mensagem reencaminhada, por uma frase impressionante arrancada de seu contexto. Uns se assustam e passam a viver a fé como medo. Outros desconfiam e descartam o tema como fantasia. Esta obra escolhe o caminho católico, que não é nem o pânico nem o deboche: conhecer os fatos com fidelidade às fontes, ler as três mensagens de 1973 à luz da fé da Igreja e perguntar, diante de tudo, que conversão Deus pede hoje.
Fazei tudo o que ele vos disser.Evangelho de João 2, 5 · Bíblia de Jerusalém
Diante de Akita, a maior parte das confusões nasce de uma só falta: a de precisão. Uns inflam o caso e atribuem a Roma o que Roma não declarou; outros o diminuem por desinformação. Esta obra aplica, a cada afirmação, o mesmo método sóbrio, que distingue com exatidão o que a Igreja reconheceu daquilo que permanece em aberto.
Antes de comprar, leia a abertura do livro: por que Akita quase sempre chega pela porta errada, e para quem esta obra foi escrita.
Muitos católicos carregam, sem o saber, uma riqueza que nunca exploraram. Trazem no bolso uma medalha herdada da avó, rezam diante de uma imagem que está em casa desde a infância, fazem o sinal da cruz ao passar diante de uma igreja. Os gestos permaneceram. O sentido, muitas vezes, se perdeu pelo caminho. Sabe-se rezar, mas nem sempre se sabe a quem, nem por quê. Este livro nasce do desejo de devolver o sentido ao gesto, no caso particular de uma devoção que tem despertado curiosidade e, com frequência, confusão: a de Nossa Senhora de Akita.
Akita chega ao leitor brasileiro quase sempre pela porta errada. Chega por um vídeo alarmista, por uma mensagem reencaminhada, por uma frase impressionante arrancada de seu contexto. O fogo que cai do céu, os pastores em conflito, o castigo iminente: tudo isso circula solto, sem a moldura que lhe daria sentido. O resultado é previsível. Uns se assustam e passam a viver a fé como medo. Outros desconfiam e descartam o tema como fantasia. Poucos têm a chance de conhecer Akita como ela merece ser conhecida, com calma, com método e com a fé da Igreja por guia.
Este livro foi escrito para essa chance. Ele não pede que o leitor acredite em nada por obrigação, pois nenhuma revelação privada obriga a fé. Pede apenas que o leitor caminhe, passo a passo, por um percurso que vai do fundamento à história, da história às mensagens, e das mensagens à vida concreta de cada dia. No fim desse caminho, a promessa não é o frio na espinha de quem teme o futuro, mas a paz de quem entende.
Porque a verdade, quando dita com serenidade, liberta. Não é preciso inflar Akita para amá-la, nem diminuí-la para respeitá-la. É possível rezar diante daquela imagem que, segundo o relato, derramou lágrimas, sem cair na ansiedade e sem perder a sobriedade católica. É possível levar a sério uma advertência sem viver com medo, acolher uma devoção mariana sem nunca perder de vista que toda devoção verdadeira conduz a Cristo.
O leitor que procura segredos para se sentir superior, ou datas para alimentar o pânico, talvez se decepcione com estas páginas. Mas o leitor que deseja rezar melhor, converter-se mais, amar a Igreja com mais firmeza e compreender, enfim, aquilo que tantas vezes ouviu repetir sem entender, esse encontrará aqui um companheiro de caminho.
O Prefácio continua, e os seis capítulos percorrem o fundamento, a história, as mensagens e o modo de vivê-las hoje. A obra completa está na Amazon.
Continuar a leitura na AmazonApresentadas em tradução editorial, para estudo e discernimento. Uma mensagem privada não se decifra como previsão, lê-se como chamado à conversão.
Reza pela conversão dos homens e em reparação pelos seus pecados. Reza muito pelo Papa, pelos bispos e pelos sacerdotes.
Desejo almas que o consolem e abrandem a tristeza do Pai. Reza muito. Reza o terço. Oferece penitências e sacrifícios pelos pecados do mundo.
As únicas armas que vos restarão serão o Rosário e o Sinal deixado por meu Filho. Rezai todos os dias o terço, pelo Papa, pelos bispos e pelos sacerdotes.
A terceira mensagem é a mais conhecida e a que exige maior cuidado. A advertência é condicional, fala daquilo que pode vir se os homens não se converterem, e o seu centro não é o medo, mas o pedido de Rosário, de oração pelos pastores e de penitência. O livro a lê por inteiro, à luz da fé, mostrando que toda leitura que use Akita para semear suspeita ou divisão trai o próprio sentido da mensagem.
Uma Apresentação e um Prefácio abrem o volume. Uma Conclusão e cinco apêndices o encerram.
Cinco apêndices completam a obra: as três mensagens com notas de tradução, um glossário de termos, o calendário litúrgico relevante, uma bibliografia comentada e os lugares e devoções ligados ao tema no Brasil, com endereços.
A história, as três mensagens de 1973 e o discernimento católico, expostos com fidelidade às fontes, sem inflar nem diminuir o caso. Para o leitor que deseja rezar melhor, sem medo e sem deboche, conduzido sempre a Cristo.
Comprar na AmazonUt In Omnibus Glorificetur Deus